quinta-feira, 11 de abril de 2013

Biografia Aécio Neves


1960 – Nasce em Belo Horizonte Aécio Neves da Cunha, em 10 de março, filho do ex-deputado federal Aécio Ferreira da Cunha e de Inês Maria Neves Faria. Descendente de uma família com forte tradição na política, é neto do ex-presidente da República Tancredo Nevese do deputado federal Tristão da Cunha.


Aécio no colo de sua mãe, Inês Maria, acompanhado pela avó Risoleta Neves e pela irmã, Andrea Neves
 
1971 – Muda-se com a família para o Rio de Janeiro, para que seu pai participasse de um curso na Escola Superior de Guerra.


1979 – Conclui o 2º grau pelo Colégio São Vicente de Paulo, no Rio de Janeiro.

1983 – Torna-se o secretário particular do 
governador de Minas Gerais Tancredo Neves.


 1984 – Formou- se em Economia pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUCMINAS). 

Destacou-se como presidente da ala jovem do PMDB, em Minas Gerais, participando do movimento nacional a favor das eleições diretas, a campanha das “Diretas Já”.

 
1985 – Tancredo Neves é eleito presidente do Brasil. Aécio Neves acompanha o avô nas visitas oficiais aos governos da Itália, Portugal, Espanha, França, Estados Unidos, Peru e Argentina. Na Itália, eles são recebidos pelo papa João Paulo II.

Aécio é recebido pelo papa João Paulo II
 
1986 – Em sua primeira disputa eleitoral obteve 236.019 votos, elegendo-se como o deputado federal mais votado de Minas Gerais.




O primeiro comitê de Aécio Neves, em Belo Horizonte

 
1987 – Como deputado federal, Aécio Neves participou ativamente da formulação da Constituição Brasileira, coroando o processo de redemocratização do país. Ele apresentou 46 emendas, entre as quais destaca-se a que instituiu o direito ao voto para os jovens entre 16 e 18 anos.

Na Assembleia Constituinte, 
Aécio foi vice-presidente da Comissão da Soberania e dos Direitos e Garantias do Homem e da Mulher e integrou a Subcomissão da Nacionalidade, da Soberania e das Relações Internacionais e a Comissão de Sistematização, responsável por avaliar, alterar e apresentar os projetos finais da Constituição.




Aécio apresenta emenda que institui o voto aos 16 anos

"O Parlamento não reflete apenas as virtudes de uma sociedade. Ele representa a sociedade na complexidade de seu tempo - e há tempos melhores, como há tempos piores, em qualquer nação do mundo." - Aécio Neves




Aécio na Assembçeia Nacional Constituinte - a democracia volta ao pais

1988 – Promulgada a Constituição Brasileira. Como deputado federal, em seu primeiro mandato, Aécio participa da formulação da Constituição de 88. A democracia renasce no país.
 

"A promulgação da Carta de 88 teve um alto valor simbólico, porque naquele momento devolvia o País à legalidade, à ordem democrática, após duas décadas de luta do povo brasileiro. As sociedades humanas se fundam nas normas, algumas em si mesmas evidentes, e em outras, estabelecidas conforme a experiência e a necessidade, que se reúnem em suas constituições políticas. Por isso, só a Constituição, discutida e aprovada pelos representantes de todo o povo, dá legitimidade ao poder do Estado, estabelece os governos e lhes fixa os limites de ação. Durante os anos de arbítrio, não tivemos constituições, embora delas houvesse simulacros, redigidos na penumbra dos gabinetes de Brasília e aprovados por um Congresso intimidado pela força. Não eram constituições, mas atas de submissão ao regime autoritário. Não garantiam as liberdades, suprimiam-nas; Pouco a pouco, dia a dia, noite a noite, uma nova democracia foi sendo pacientemente tecida. A luta pela democracia reconquistada ficou para sempre enraizada na história de homens e mulheres que souberam ouvir as ruas e assim transformaram os sonhos de um povo inteiro em realidade viva e determinada."

Aécio Neves, 21 de Abril de 2008.

1988 – É fundado o 
Partido da Social Democracia Brasileira – PSDB, ano em que o Brasil ganhava uma nova constituição. O Partido e a democracia nasceram juntos no Brasil.




Franco Montoro, Fernando Henrique Cardoso e Mário Covas fundam o PSDB

1989 – Filia-se ao Partido da Social Democracia Brasileira – PSDB, unindo-se a grandes nomes da política brasileira, como Fernando Henrique Cardoso, Mário Covas e Franco Montoro
 


1990 – Conquista, pela segunda vez, o mandato como deputado federal na Câmara.
Aécio participa da Mesa Diretora na Câmara

 1991 – Nasce, em 15 de agosto, a sua filha Gabriela, no Rio de Janeiro.


1994 – Eleito, pela terceira vez, deputado federal. Atua como terceiro-secretário da Câmara, em seu primeiro cargo na Mesa Diretora.

1995 – É eleito presidente do PSDB de Minas Gerais.

1997 – Eleito líder da bancada do PSDB na Câmara dos Deputados.

1998 – Eleito, pela quarta vez consecutiva, deputado federal. É o deputado do PSDB mais votado no País e o candidato reeleito mais votado em Minas Gerais.

1998 – O PSDB completa dez anos.

“Em dez anos, o PSDB formou-se, chegou democraticamente ao poder e, com o apoio de amplas forças políticas, eliminou a inflação, estabilizou a economia, abriu mercados, reformou o Estado, enfrentou duras crises. Não importa que alguns pretendam ingloriamente desconsiderar o nosso papel, diante da História que estamos escrevendo: serão sempre os que confundem responsabilidade com submissão, compromisso com barganha, negociação com hesitação. A verdade iniludível, contudo, é que temos legitimidade e credibilidade, por tudo que já realizamos, para vencer agora o desafio do emprego e da justiça.” Aécio Neves.

1999 – Eleito pela segunda vez líder da bancada do PSDB na Câmara dos Deputados.
Partiu de Mário Covas o apoio à candidatura de Aécio Neves para a presidência da Câmara dos Deputados em 1999

“ Mário Covas sonhava com um partido que refletisse, na sua postura, a indignação da população cansada da corrupção e da incompetência do Estado nacional. Sua presença entre nós foi sempre estimuladora, quando não crítica, dos nossos próprios passos coletivos e sobre a direção que tomávamos.” Aécio Neves.

2000 – Eleito líder da bancada do PSDB na Câmara dos Deputados. Atua na liderança do partido na Câmara pelo quarto ano consecutivo.
Pela primeira vez, um parlamentar representa o PSDB por um período tão longo.

2001 – É apontado como “
o político mais influente do Congresso”, de acordo com pesquisa do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap).

2002 – Aécio oficializa sua candidatura ao governo de Minas.

Itamar apoia candidatura de Aécio Neves

“Venho dizer aos mineiros, neste palácio que resume e encarna as nossas virtudes e as nossas razões, que aceito disputar o governo de Minas GeraisAécio Neves.

2002 – É novamente considerado "o político mais influente do Congresso", de acordo com pesquisa do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap)

2003 – Toma posse como governador de Minas Gerais.

"Há muitos anos que o poder central se esqueceu do compromisso inicial da República, de respeitar a autonomia dos municípios e dos Estados. União pressupõe a igualdade das partes. Se algumas partes se sobrepuserem a outras, não há união, mas, sim submissão. Se não formos capazes de restaurar, e já, o pacto federativo, a integridade nacional estará ameaçada pelos aventureiros que sempre se nutrem dos ressentimentos regionais. Grande é a responsabilidade de Minas, como o estado que ocupa o centro histórico e geográfico do País, nessa busca do equilíbrio de poder entre os entes federados, e dela não nos esquivaremos." - Aécio Neves

Aécio com sua filha, Gabriela, durante a cerimônia de posse, em 1º de janeiro de 2003, no Palácio da Liberdade
2003 - Implanta no governo de Minas, o Choque de Gestão, principal referência emadministração pública no Brasil. O ponto de partida: gastar menos com o governo e mais com o cidadão. A idéia era reduzir o peso dos recursos destinados à máquina administrativa e ampliar os investimentos destinados a melhorar a qualidade de vida das pessoas em áreas como saúde, educação, segurança, infraestrutura, meio ambiente e geração de emprego e renda, entre outras. 

2004 – Aécio anuncia o “
déficit zero" nas contas públicas de Minas Gerais”. A partir da adoção do "Choque de Gestão” -, o governo de Minas conseguiu equilibrar as despesas e receitas do Estado. Para obter esse resultado, Aécio determinou a extinção de cargos, a diminuição do número de secretarias, o corte de despesas com serviços e materiais e a redução do próprio salário.

Aécio Neves durante anúncio do Déficit Zero

2006 - Reeleito governador de Minas Gerais em primeiro turno, recebe a maior votação da história de Minas Gerais, cerca de 73% dos votos válidos.

Aécio durante cerimônia de posse, em 1º de janeiro de 2007, no Palácio da Liberdade

2009 - Pesquisa do Datafolha aponta Aécio como primeiro colocado no “Ranking de Avaliação dos Governadores. Em três pesquisas realizadas pelo Instituto Datafolha, durante o período que governo Minas Gerais, Aécio Neves foi considerado o governador com maior índice de aprovação em seu estado.

Arte: Folha de São Paulo - 25 maroço 2009
 
2001 - É eleito senador da República por Minas Gerais. Aécio Neves recebe 7.565.377 votos.

O seu sucessor no governo do Estado, o professor Antonio Anastasia - que apresentava a proposta de dar continuidade ao trabalho executado por Aécio - é eleito, em primeiro turno, com 62,77% dos votos válidos.

Aécio Neves e Antonio Anastasia, durante a campanha para o Senado Federal e para o Governo de Minas, na Praça da Estação, em Belo Horizonte.
 
2011 - Lançamento da Frente pela Adoção. Em uma parceria com os deputados federais Gabriel Chalita, Alessandro Molon e Antônio Reguffe e com o senador Lindbergh Farias,Aécio participa do lançamento do programa que estimula ações de incentivo à adoção de crianças e adolescentes no Brasil. 
Lançamento do programa de Políticas de Adoção e da Convivência Familiar e Comunitária

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2012 - Eleito como um dos 100 brasileiros mais influentes do ano pela Revista Época.



2012 – Fernando Henrique Cardoso anuncia Aécio Neves como o candidato do PSDB à Presidência da República.

Distração faz você tomar decisões melhores



Emprego novo ou mudança pro exterior? Praia ou montanha? Namoro ou farra? Não sabe qual decisão tomar? Então desencana. Tire um tempo para escutar uma música, ver um vídeo, ou ler um post do CIÊNCIA MALUCA. Enfim, desvie o foco – distração é a melhor forma de tomar uma boa decisão.
A conclusão vem de uma pesquisa feita por psicólogos americanos. Eles dividiram 27 pessoasem três grupos e descreveram as características de quatro carros. O primeiro grupo precisavaescolher na hora qual era a melhor opção. Já o segundo teve de pesar os prós e contras antes de bater o martelo. Enquanto isso, as outras nove pessoas desencanaram da história do carro e foram fazer uns exercícios de memorização. E, olha só, segundo a pesquisa, a turma dos distraídos tomou a decisão mais sábia.
Durante todo o teste, os voluntários passaram por exames de ressonância magnética. E ospesquisadores descobriram que, mesmo quando você está distraído, a parte do cérebro responsável pelo aprendizado de novas informações continua ativa por mais uns 2 minutos. Ou seja, inconscientemente, você ainda analisa qual decisão deve tomar.
O bom disso é que seu inconsciente age de forma mais eficiente na hora de analisar tooodos os detalhes da situação. “Sua mente consciente tem uma capacidade mais restrita – só pode pensar em algumas características de uma vez”, explica David Creswell, líder da pesquisa. “Mas seu inconsciente não tem essa restrição. E consegue pesar toda a informação relevante de uma vez, de forma mais eficaz”.
A dica do pesquisador: antes de tomar uma decisão difícil, escute sua música favorita. Só decida o que fazer depois de terminar o “ritual”.
Crédito da foto: flickr.com/julia_manzerova

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Lula deve explicações ao país e aos brasileiros


Brasília - Os brasileiros foram surpreendidos hoje com reportagem do jornal Folha de S.Paulo mostrando que empresas, cujos interesses estão sendo defendidos pelo ex-presidente Lula no exterior, podem ter tido acesso a financiamentos milionários do BNDES.
Fonte: J.juca

Levanta suspeita o fato de o governo brasileiro ter tornado secretos os documentos que tratam de operações financeiras, via BNDES, da ordem de US$ 895 milhões, fechadas com Angola e Cuba.
Não há dúvida de que o ex-presidente Lula vem utilizando o prestígio da condição pública de ex-presidente da República para participar de negociações privadas que beneficiam empreiteiras no exterior.
A imprensa já revelou também que as viagens do ex-presidente vêm sendo pagas por empreiteiras.
Do ponto de vista ético, o Brasil tem o direito de saber se Lula tem recebido vantagens pessoais ao se utilizar de relações internacionais estabelecidas no exercício de função pública.
O Brasil tem o direito de saber se o ex-presidente está sendo pago por empreiteiras, seja diretamente ou através do Instituto Lula.
Brasília, 09 de abril de 2013
Deputado Sérgio Guerra, presidente nacional do PSDB

Como o tomate ficou com preço de ouro

Fonte: Super Interessante


O preço do tomate é um desastre. Um desastre aéreo. Não pela gravidade da coisa, mas pela causa: o responsável foi uma “combinação de fatores” – a explicação clássica para as quedas de avião.
O primeiro fator é o mais inusitado: um dos culpados pelo tomate caro demais é o tomate barato demais.
Vamos voltar quatro anos no passado, quando o quilo do tomate a R$ 10 ainda era algo tão distante quanto o teletransporte. Uma caixa com 25 quilos estava saindo por R$ 40 nos centros de distribuição. Era um preço do tipo “bom para ambas as partes”: baixo o bastante para ninguém reclamar e alto o suficiente para fomentar a produção. Os agricultores aumentaram as áreas de cultivo de tomate. A oferta bombou. Mas aí veio o primeiro revés: a demanda não acompanhou. E o preço foi pras cucuias: em 2010 já tinha caixa a R$ 8.
Ótimo para uma das partes, a que compra. E péssimo para a outra. Tinha agricultor jogando caixa de tomate fora – se gastassem com o transporte delas ficariam no prejuízo. Era o crash tomateiro. Depois dessa, as fazendas diminuíram as áreas de plantio de tomate. Natural.
E a oferta minguou. Mas foi bom: com menos tomate no mercado, o preço voltou a um patamar mais aceitável para quem planta – uns R$ 30 a caixa. Só que aí aconteceu algo ruim: uma safra boa. Pois é, a economia agrícola às vezes funciona de cabeça pra baixo.
Uma safra boa pode ser algo ruim quando começa a sobrar produto no mercado. Começou a sobrar tomate. E os preços afundaram – de volta para a faixa dos R$ 10; um valor além da linha vermelha, do ponto de vista dos agricultores. E tome mais prejuízo, mais caixa de tomate abandonada e mais frutos apodrecendo na fazenda, já que nem valia a pena colher.
E o o que aconteceu? Diminuíram mais ainda as áreas de plantio, claro. Pra que gastar dinheiro plantando o que não dá retorno? Em Goiás, por exemplo, reservaram 40% menos terras para o tomate. É do jogo. Isso diminuiria a oferta, faria o preço subir, e o lucro dos produtores voltaria.
Só que entrou um elemento totalmente inesperado nessa história: um ataque de bactérias.
As bactérias que infestam os tomateiros crescem e se multiplicam quando chove demais. Choveu demais. O índice de mortalidade da tomatada aumentou. E a produção despencou: algumas fazendas colheram só um terço do que esperavam.
Tudo isso numa realidade em que as áreas de plantio já estavam bem menores só podia dar numa coisa: o tomate de ouro. Ele ficou raro a ponto de o preço da caixa bater em R$ 150 nos centros de distribuição (dá R$ 6 o quilo, o que nas feiras e supermercados acaba virando R$ 10 fácil); um aumento de 1.775% comparado com 2010. Foi o que alimentou um momento histórico: a estreia dos hortifrutigranjeiros no mundo dos memes.

Mas ok. Foi uma situação atípica. E o tomate a preço de ouro é justamente quem vai trazer de volta o tomate a preço de tomate: vai estimular os produtores a aumentar as áreas de cultivo. E a tempestade ficará pra trás.
Mas não. Isso não vai ser a salvalção da lavoura.
O preço do tomate pode ter sido circunstancial. Mas a inflação dos alimentos – e de todas as outras coisas – não. Ela não tem nada de circunstancial. É generalizada. E contínua. E só existe porque hoje há mais dinheiro em circulação do que o país dá conta. Ou seja: mais do que a nossa capacidade de produzir coisas para serem compradas com esse dinheiro. A culpa, em última instância, não é de quem produz o tomate (ou a pizza, ou as quitinetes de R$ 1 milhão). É de quem produz o dinheiro: o governo.
A verdade é que só políticas econômicas desastradas conseguem causar inflações de dois dígitos – e a inflação dos alimentos fechou 2012 em 14%. Mas não espere que o governo assuma isso. Como escreveu Milton Friedman, meu economista preferido:
“Nenhum governo aceita que é o responsável por uma inflação. Sempre arranjam alguma desculpa – comerciantes gananciosos, sindicatos turrões, consumidores compulsivos, árabes, a chuva. Sem dúvida que comerciantes são gananciosos, sindicatos são duros, consumidores são compulsivos, árabes aumentam o preço do petróleo e, de vez em quando, chove mesmo. Todos esses agentes têm como produzir preços altos para certos itens; mas não são capazes de fazer isso com tudo o que existe. Eles até podem causar subidas e descidas temporárias na taxa de inflação. Mas não têm como dar início a uma inflação contínua. Por um motivo simples: nenhum desses supostos culpados pela inflação tem as impressoras que produzem aquilo que a gente carrega na carteira.”
Esse texto do Friedman tem quase 40 anos. E continua mais atual do que qualquer meme.

terça-feira, 9 de abril de 2013

Líder da oposição: Senador Aécio Neves quer “tolerância zero” com a inflação

Para Aécio Neves, a luz amarela já foi acessa há muito tempo. Não dá mais para esperar uma luz divina sobre a cabeça da presidente Dilma Rousseff ou do ministro da Fazenda, Guido Mantega. No governo do PT, por pura incompetência administrativa, a inflação já deixou de ser fantasma e voltou a ser realidade.

Fonte: Queremos Aécio Neves Presidente


Líder da oposição: Aécio Neves quer “tolerância zero” com a inflação
Aécio quer “tolerância zero” com a inflação

Líder da oposição: Aécio Neves critica postura frouxa do PT em relação à inflação; PSDB prepara novo projeto para contar alta dos preços


Tolerância zero é o que o líder da oposiçãoAécio Neves, propõe. E o inimigo é um dragão que há muito tempo andava adormecido, mas que, graças a frouxidão da equipe econômica do Governo Dilma Rousseff, despertou e já começa a tomar coragem por andar livre por aí. Trata-se da inflação.
Como o próprio Banco Central publicou em documento há poucos dias, a presidente Dilma Rousseff chegará ao final de seu mandato, em 2014, sem conseguir manter a taxa anual da inflação dentro da meta estabelecida. Um descontrole completo e perigosíssimo quando acontece numa área onde inúmeras variáveis – internas e externas – são capazes de mudar bruscamente o quadro.

Para Aécio Neves, a luz amarela já foi acessa há muito tempo. Não dá mais para esperar uma luz divina sobre a cabeça da presidente Dilma Rousseff ou do ministro da Fazenda, Guido Mantega. No governo do PT, por pura incompetência administrativa, a inflação já deixou de ser fantasma e voltou a ser realidade.

“Desde a saída do Palocci, ex-ministro da Fazenda, os pressupostos macroeconômicos vêm se fragilizando. Há uma leniência do governo com a inflação, a presidente Dilma é leniente com a inflação. A população que recebe hoje dois salários mínimos e meio já tem inflação de alimentos de 14%. Quando o dragão começa a colocar a cabeça para fora, sabemos que é difícil colocá-lo na caixa de novo”, disparou Aécio Neves, em recente entrevista para o jornal Folha de S. Paulo.

CLIQUE AQUI E LEIA A ÍNTEGRA DA ENTREVISTA DE AÉCIO NEVES À FOLHA DE S. PAULO

A candidatura de Aécio Neves pode representar muito mais do que a simples volta doPSDB ao poder central. Ao defender abertamente o legado do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, o senador mostra que levará de volta à União uma administração preocupada em manter as conquistas históricas do Plano Real.

“No governo do PSDB, tolerância zero com a inflação. O PT nunca foi muito claro com isso, desde que votou contra o Plano Real. Nos dez anos de governo do PT, apenas em três anos o centro da meta foi alcançado. No governo Dilma, não será em nenhum dos anos. Isso é gravíssimo”, completa o líder da oposiçãoAécio Neves.



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