quarta-feira, 17 de julho de 2013

Senador Aécio Neves: lógica da reeleição governa o país

“Com nada menos que 20 meses de antecedência em relação ao pleito de 2014, o PT lançou a candidatura da atual presidente e colocou em marcha, sem disfarce, sua campanha eleitoral, forçando o governo a escolher entre a lógica da reeleição e os interesses do país”, escreveu o senador Aécio Neves em sua coluna semanal para o jornal Folha de São Paulo.



Senador Aécio Neves: líder da oposição

Inflação, baixo crescimento econômico, gastos com despesas chega a R$ 1 trilhão. O governo federal perdeu as rédeas da governabilidade. E o pior: não está preocupado com isso. O que vale para o governo do PT é a reeleição.

Para Aécio Neves, o governo federal optou por priorizar uma agenda eleitoral, deixando de lado questões mais importantes e urgentes, como “o combate à inflação e ao baixo crescimento e soluções para a extensa pauta de reivindicações no campo dos serviços públicos em áreas essenciais.”

Ator de ‘Glee’, Cory Monteith morreu por combinação de álcool e heroína


Foto: APA combinação de álcool e heroína provocou a morte do ator do seriado 'Glee', Cory Monteith, 31. De acordo com o site internacional 'TMZ', as autoridades canadenses informaram na tarde desta terça-feira (16) que a autópsia e o exame toxicológico apontaram um "mix" de drogas envolvendo essas duas substâncias.
Monteith, que interpretava o estudante Finn Hudson na comédia musical, foi achado morto em um hotel de Vancouver, no Canadá, no último sábado (13).
O ator fazia uso de drogas desde muito jovem. Ele já havia sido internado em clínicas de reabilitação por duas vezes. A primeira com apenas 19 anos.

Fonte: Yahoo

terça-feira, 16 de julho de 2013

Aécio Neves enumera descompromisso entre promessas eleitorais e ações do governo do PT

Aécio Neves criticou a atual estrutura do governo do PT, com 39 ministérios e 22 mil cargos para os quais não é necessário concurso público. Para o presidente nacional do PSDB, o partido tem obrigação de apresentar à sociedade uma candidatura alternativa nas eleições do próximo ano.

Fonte: Queremos Aécio Neves Presidente


Senador Aécio Neves aponta descompromisso entre promessas e ações do governo do PT




O presidente do PSDB, senador Aécio Neves, participou, no início da tarde deste domingo (14/07), da convenção estadual do partido em Santa Catarina. Durante o evento, ele afirmou que há hoje um claro descompromisso entre as promessas feitas pelo PT em campanhas eleitorais e ações tomadas pelo governo federal. O senador e ex-governador de Minas Gerais estava acompanhado do novo presidente do PSDB-SC, senador Paulo Bauer, e de demais lideranças tucanos no Estado.

“O que vemos no Brasil hoje é um claro descompromisso entre o que se propõe para a população e aquilo que se executa quando é governo. Não temos a opção de ter candidaturas. Temos a obrigação de construir essas candidaturas em benefício da população. Onde o PSDB governa, governa com resultado. O PSDB não se curva ao corporativismo, não aparelha maquina pública. É quase um tapa na cara da população brasileira termos 39 ministérios e 22 mil cargos comissionados, preenchidos exclusivamente pelo critério da filiação partidárias. Vamos fazer diferente e melhor, porque o PSDB tem coragem de romper com estruturas falidas para iniciar um tempo novo no Brasil”, disse.

Serviços Públicos


Aécio Neves também cobrou a melhoria de serviços públicos essenciais à população brasileira. Para o senador, o baixo nível de investimentos por parte do governo federal nessas áreas ajuda a explicar os problemas enfrentados pelos brasileiros em seu dia a dia.

“Onde está a resposta da presidente da República para a calamidade da saúde pública no Brasil? Há dez anos, o governo participava com 56% de tudo que se gastava com saúde no Brasil. Dez anos de governo do PT se passaram e hoje são apenas 45%. A preocupação com o aumento da criminalidade está em todas as regiões, em todos os municípios brasileiros. Mas, da conta da segurança pública, 87% são pagos pelos estados e municípios, e apenas 13% pelo governo federal. Onde está o compromisso assumido na campanha eleitoral de desonerar as empresas de saneamento, que hoje pagam mais impostos que investem?”, cobrou Aécio Neves.


Mona Lisa a maior obra de arte de todos os tempos. Por quê?

Escola de Atenas, em sua homenagem, só por causa da poética puxação de saco. 

É provável que a explicação esteja mais nos contratempos em torno do quadro do que no tal misterioso, enigmático blablabla sorriso da moça, Rafael. Houve muito rebuliço em torno de Mona Lisa. Prenda a respiração: ela foi furtada em 1911, apareceu dois anos depois, foi devolvida ao Museu do Louvre, de Paris, ao qual pertence, foi satirizada pelo artista Marcel Duchamp, que fez uma versão dela com bigode, e acabou tema do best seller O Código Da Vinci”.
Por que Mona Lisa é considerada a maior obra de arte de todos os tempos?
“Tudo isso auxiliou para o seu estabelecimento como uma pintura marcante da arte ocidental. Ou seja, uma obra de arte também pode se tornar famosa por ser muito falada e divulgada. Nada muito diferente do que ocorre hoje no culto às celebridades”, explica Fernando José Amed, coordenador da pós-graduação em História da Arte do Centro Universitário Belas Artes de São Paulo.
É claro que não podemos deixar de prestar reverência ao significado da pintura. “O sorriso, ou o não sorriso, da jovem continua a ser intrigante e parece personificar as dúvidas e incertezas que o feminino costuma provocar sobre o masculino”, diz o especialista.
Ou seja, Mona Lisa é genial a ponto de ficarmos com vergonha de usar o termo “genial” pra qualquer piadinha bem sacada na internet. Porque é genial de verdade. Mas há quem não ache que se trata da maior obra de arte ocidental. Alguns defendem que é As Meninas, não o grupo de axé social, mas a pintura de Velázquez. E Amed, aliás, concorda com você. Para ele, A Escola de Atenas, pintura feita em 1509 pelo seu xará Rafael Sanzio “oferece mais aspectos a serem apreciados”.


segunda-feira, 15 de julho de 2013

Governabilidade - Aécio Neves para Folha de S.Paulo

Aécio Neves escreve as segundas-feira para o jornal Folha de São Paulo, no artigo de hoje fala um pouco do governo federal, presidência, mandos e desmandos.

Fonte: Folha de S.Paulo

Senador Aécio Neves: líder da oposição
Por incrível que pareça, o maior problema que a presidente Dilma Rousseff enfrenta não está nas manifestações de rua, na queda da popularidade ou nas vaias em eventos. Quem se dedica à vida pública sabe que faz parte da democracia enfrentar adversidades como essas, por mais constrangedoras que sejam.

A grande dificuldade vem do seu próprio partido, o PT. Nunca antes na trajetória de um chefe de nação foi tão oportuno invocar a máxima segundo a qual quem tem determinado tipo de amigos, não precisa de inimigos.

Em fevereiro, com nada menos que 20 meses de antecedência em relação ao pleito de 2014, o PT lançou a candidatura da atual presidente e colocou em marcha, sem disfarce, sua campanha eleitoral, forçando o governo a escolher entre a lógica da reeleição e os interesses do país.

O marqueteiro ganhou funções de primeiro ministro, com poder para decidir prioridades capazes de fortalecer a imagem da candidata. A agenda de viagens da presidente passou a ser ditada pelas conveniências da afirmação regional de sua imagem. Multiplicou-se a formação de cadeia nacional de TV, substituindo-se, sem qualquer pudor, o horário político gratuito do TSE.

Imaginando que venceria por WO, o PT acabou atropelado pela força da realidade. Quando as pesquisas indicaram a queda brutal da intenção de voto na candidata, a legenda atirou o seu nome aos leões, ensaiando o coro pela volta do ex-presidente Lula à disputa, enquanto sua base de apoio a tudo assiste sem esboçar qualquer gesto de solidariedade.

Escolher um candidato é sempre prerrogativa de um partido ou das alianças que se formam. Entretanto, ao retirar o tapete sob os pés da presidente, movido pelas conveniências da conjuntura, o PT, na verdade, contribui para debilitar ainda mais a sua gestão, com graves riscos para a governança. O que é um assunto aparentemente doméstico do PT passa a ser, portanto, uma preocupação de todos.

A presidente não pode ser diariamente desafiada a demonstrar a viabilidade do seu nome para 2014. Ou ser instada a priorizar uma agenda meramente eleitoral, quando o país espera o combate à inflação e ao baixo crescimento e soluções para a extensa pauta de reivindicações no campo dos serviços públicos em áreas essenciais. Muitas das medidas necessárias talvez não atendam aos interesses políticos do seu partido ou à lógica do seu marketing pessoal, mas são fundamentais para o país e não podem mais ser retardadas.

Se é legítimo que a sociedade cobre soluções para os problemas brasileiros, é igualmente fundamental que não percamos de vista o que é de fato prioritário.

Não vamos nos enganar: não há nada que esteja muito ruim que não possa piorar.


10 máquinas de tortura mais terríveis da história

1. A Gaiola Suspensa
O que você escolheria: uma morte lenta e que te faça sofrer, ou uma morte rápida, mas muito dolorosa? Para quem prefere a primeira, a gaiola suspensa é o método ideal: a vítima, nua, é obrigada a permanecer em uma gaiola, pendurada e sem acesso a roupas para se proteger do frio, ou alimentos e água, para matar a fome. O torturado geralmente era “esquecido” lá até que morresse por causa da temperatura ou de desidratação.
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2. O Aspersor de Chumbo
Uma esfera com muitos furos na extremidade de um bastão, que poderia ser preenchida pelo torturador com o material de sua preferência: água fervente, metais fundidos, óleo em ebulição, entre outros. A vítima, amarrada, era obrigada a “tomar um banho” com o conteúdo do recipiente.
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3. Pata de Gato
Conhecido também com o simpático nome de “cócegas espanholas”, a pata de gato em geral era ligada a um cabo, de forma que se parecesse com uma extensão das mãos do torturador. Era utilizada para cortar a pele, em geral provocando arranhões tão profundos que poderiam alcançar os ossos.
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4. Sapatos punitivos
Feitos de metal, ao invés de saltos altos, esses sapatos tinham grandes agulhas de ferro na parte traseira. A tortura era também psicológica: quanto tempo você agüentaria na ponta dos pés sem descansar os calcanhares? Os prisioneiros eram obrigados a permanecer estáticos se não quisessem ter os pés perfurados.
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5. Separador de joelhos
Apesar desse instrumento de tortura muito popular durante a inquisição ser direcionado aos joelhos, é melhor preparar o estômago antes entender como ele funciona. Pronto? Bom, como você deve imaginar, o separador de joelhos foi construído para inutilizar as pernas das vítimas: construído a partir de dois blocos de madeira com espinhos, o objeto é encaixado na metade das pernas. Dois parafusos grandes conectam os blocos de forma que, quando torcidos, pressionam as partes uma contra a outra, apertando os espinhos contra os joelhos. Ah, mas fique tranqüilo: ele também pode ser usado ao redor dos braços, causando efeito semelhante. De arrepiar.
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6.  A Cadeira Inquisitória
Você já deve ter ouvido falar na cadeira inquisitória. Seu conceito é muito simples:  A vítima era obrigada a se sentar numa cadeira com dois mil pregos.  Se o torturador estivesse em um dia ruim, poderia piorar a situação colocando fogo em uma chapa de ferro abaixo da cadeira, fazendo o torturado se apoiar sobre o ferro em brasa.
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7. O Burro Espanhol
Homens, preparem-se, pois só a descrição desse objeto pode fazer vocês sentirem dor. Fixado em duas vigas transversais, o Burro Espanhol consistia em uma placa cortante, de corte triangular, onde a vítima era obrigada a sentar como se senta ao cavalgar. Pesos anexados aos pés dos torturados pressionavam o corpo deles contra o objeto cortante. Há relatos de fontes que afirmam que, em casos mais extremos, a vítima chegava a se partir ao meio.
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8. A Cadeira de Judas
Um dos “clássicos” da tortura, a Cadeira de Judas tem forma de pirâmide. O torturado é obrigado a se sustentar na cadeira, de modo que o peso do corpo seja projetado sobre um ponto de apoio que pode ser o ânus, a vagina, uma das vértebras da coluna ou outra parte escolhida pelo torturador. O objeto é conhecido no mundo todo, em italiano (culla di Giuda), Alemão (Judaswiege), e francês (la veille, “o velório”).
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9. O Esmagador de Cabeças:
Com a cabeça da vítima posicionada entre a tampa e a barra inferior (onde o queixo era apoiado), o parafuso do dispositivo era virado lentamente, comprimindo o crânio do torturado com força. Primeiro, os dentes eram destruídos e em seguida, o osso da mandíbula se quebrava. Em estágios iniciais, o torturador poderia bater na estrutura de metal enquanto a cabeça da pessoa estivesse amarrada, fazendo com que os golpes ecoassem por todo o corpo de quem estava vulnerável.
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10.  O Touro de Bronze
Para fechar com chave de ouro, ou melhor, de bronze, mais um método cruel dos tempos medievais: o torturado era preso em uma escultura oca, com a forma de touro. Em seguida, os algozes colocavam fogo em toda a estrutura, e a pessoa morria queimada. Era um método frequentemente usado para obter confissões – tubos transmitiam os gritos dos prisioneiros para fora do ambiente, caso ele quisesse se pronunciar.
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sexta-feira, 12 de julho de 2013

Aécio vota a favor de mudanças para suplentes e fim das coligações para deputados e vereadores

O senador Aécio Neves defendeu essa semana, no dia 9 de julho, o fim das coligações proporcionais para deputado federal, estadual e vereador, impedindo, assim, que os votos dados a um candidato de determinado partido acabe por eleger outro candidato de outra legenda coligada. 


Aécio Neves vota a favor de mudanças para suplentes e fim das coligações para deputados e vereadores
Senador Aécio Neves

Aécio Neves também votou favorável à proposta que reduzia de dois para um o número de suplentes de senadores e proibia a eleição de parentes na suplência. O debate se prolongou por cinco horas no plenário do Senado, mas a PEC acabou derrotada no plenário que tem maioria na base do governo.


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