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quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Senador Aécio Neves fala sobre Dia da Consciência Negra

O presidente do PSDB, senador Aécio Neves, destacou, nesta quarta-feira (20/11), o Dia da Consciência Negra.

Fonte: PSDB

BrasíliAecio Neves Foto George Giannia – O presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves (MG), destacou, nesta quarta-feira (20), o Dia da Consciência Negra.
Aécio convocou a sociedade a refletir e propor medidas que garantam os direitos da população negra brasileira e ponham fim à discriminação que ainda persiste no país.
Na oportunidade, lembrou que a história do Brasil foi construída pelos negros.
“É hora de organizar uma ação conjunta, portanto, acima de partidos políticos e crenças religiosas, que permita que o Brasil honre aqueles que vieram ao longo dos anos construindo a nossa pátria”, afirmou o senador.
Aécio ressaltou que a discriminação, no Brasil, está presente no cotidiano quando negros têm salários inferiores aos dos brancos.
“Os negros recebem, em média, 30% a menos de salários do que recebem os brancos. Com as mulheres negras, a discriminação é mais vergonhosa ainda, chega a 40% a defasagem de seus salários em relação às mulheres brancas”, disse o dirigente tucano.
Empenho – Ele reiterou que o empenho do PSDB é no sentido de fortalecer o combate à discriminação.
E destacou: “O PSDB busca fazer sua parte, fortalecendo o nosso movimento Tucanafro, que além de nos ajudar a refletir e pensar, tem nos ajudado a propor medidas que permitam que os negros possam ter cada vez mais o respeito da sociedade que ajudaram a construir ao longo da nossa história.”
Aécio homenageou os afrodescendentes brasileiros:  “Minha homenagem, em nome dos tucanos e tucanas de todo Brasil, e a minha certeza que nós vamos continuar avançando no respeito e na defesa das minorias do nosso Brasil.”

Assista ao vídeo:


quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Senador Aécio Neves do PSDB vota pelo fim do voto secreto no Congresso

Aécio Neves, presidente nacional do PSDB, ressaltou que seria importante manter a análise de vetos presidenciais de forma fechada, mas que, como a votação da PEC estabelecia o fim do voto secreto ou sua manutenção em todas as votações, defendeu o voto aberto em todos os casos.


Aécio Neves vota pelo fim do voto secreto no Congresso
Aécio Neves vota pelo fim do voto secreto no Congresso


O senador Aécio Neves votou, na noite desta quarta-feira (13/11), pelo voto aberto em todas as deliberações do Congresso Nacional. A PEC 43, de 2013, que institui o voto aberto, foi aprovada por 54 votos a 10 há poucos instantes e, 1º turno. A votação em 2º turno acontece nesse momento.


Abaixo, transcrição de fala do senador durante votação.


“Ouvimos durante toda a tarde e início da noite as mais variadas manifestações e todas elas têm que ser respeitadas. Até porque argumentos existem de todos os lados. Não gostaria de pecar pela omissão.


Preferiria que tivéssemos oportunidade votar o voto aberto nas situações previstas, podendo haver manifestações favoráveis ao voto aberto em determina circunstância e, eventualmente, em outras não.


Estou votando pelo voto aberto, já que essa é a opção e me parece o caminho mais adequado. Mas não quero deixar de registrar de forma clara e manter a coerência do meu pensamento. E todos devemos ser julgados pela coerência dos nossos pensamentos e atitudes.


Fui presidente da Câmara dos Deputados, líder por vários mandatos, parlamentar por 16. Chego hoje ao Senado. Acho que o voto aberto na grande maioria dos casos é absolutamente necessário, um instrumento de conexão maior do Parlamento, dos representantes com seus representados.


Mas continuo compreendo, e essa era minha posição pessoal, que em relação aos vetos presidenciais o voto secreto é uma defesa do Parlamento e da consciência do parlamentar contra pressões e manipulações do governo, do poder central. Em todos outros casos, inclusive votação para indicação de autoridades, acho que há um sentimento comum de que deve ser aberto. Não vejo o menor problema ou qualquer tipo de constrangimento que possa haver.


Mas em relação ao voto, parlamentar que sou, que tem defendido incessantemente as prerrogativas dessa Casa – aprovamos apenas um instrumento novo durante esse dois anos e meio na direção do fortalecimento do Parlamento, que foi decisão tomada de que a partir de agora os vetos, após 30 dias, são colocados em votação –, infelizmente, ao não termos o voto preservando o parlamentar, certamente o poder central poderá comemorar hoje a manutenção de todos os seus vetos.


Não haverá força no Parlamento, infelizmente, para derrubar qualquer veto, em razão das pressões que conhecemos, exercida pelo Executivo.


Voto, portanto, pelo voto aberto nas condições que o regimento agora nos oferece, em todas as situações. Mas fica meu registro que perdemos a possibilidade, com voto aberto para vetos, perdemos parcela das prerrogativas do Parlamento brasileiro”.