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sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

Senador Aécio Neves: O Brasil merece um governo mais justo e eficiente

No Encontro Regional da Amazônia Oriental, o presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves (MG), ressaltou, nesta quinta-feira (05/12), que os tucanos tratam e respeitam o Brasil de forma justa e sem discriminação.

Fonte: PSDB Nacional

Senador Aécio Neves: O Brasil merece um governo mais justo e eficiente
Senador Aécio Neves: O Brasil merece um governo mais justo e eficiente

O senador Aécio Neves deu uma resposta aos apelos feitos por lideranças de que a região tem isso desprezada pelo governo federal. Para um público de cerca de três mil pessoas, Aécio destacou que as mudanças, que o Brasil deseja, devem começar com a inauguração de um novo ciclo.

O Brasil merece um governo mais justo e eficiente”, afirmou Aécio. “Política é para quem tem coragem, espírito público e dignidade. Venho de uma história de homens públicos. Nós temos a responsabilidade de apresentarmos uma alternativa a um modelo que fracassou”, afirmou em discurso.

O presidente do PSDB destacou que há exemplos dentro do próprio partido que servem como referência para uma nova etapa política para o país. “Os brasileiros precisam readquirir a confiança nos seus governantes. Se vocês estão descrentes na política, deem um Google e olhem o que está acontecendo no Pará”, disse ele.

Aécio lembrou que os tucanos dispõem de aliados especiais. “Temos aliados extraordinários. O Brasil quer de nós a postura que sempre tivemos de respeito ao dinheiro público. O nosso desafio é fazer renascer, do fundo da alma, a esperança”, ressaltou.

Políticas públicas

O senador afirmou que as políticas públicas a serem propostas ao país pelo PSDB serão preparadas com o apoio e a ajuda da população. “As políticas não devem ser formuladas em gabinetes fechados em Brasília. Quem vai desenvolver essa região são vocês”, disse.

Respondendo aos apelos dos paraenses que se queixaram de discriminação por parte do poder central, Aécio disse que falta generosidade ao governo federal para com os estados e municípios brasileiros.

O Brasil vai ser tratado de forma justa”, afirmou. “Queremos fazer uma convocação definitiva da luta com decência e dignidade”, disse.

Novo código mineral

Ao lado do governador do Pará, Simão Jatene, de deputados, vereadores e lideranças como prefeito de Belém, Zenaldo Coutinho, e os senadores Flexa Ribeiro e Mário Couto, o presidente do PSDB criticou a decisão do governo federal de adiar para o ano que vem a votação do novo código mineral. Reivindicação histórica de estados e municípios que sofrem exploração de recursos naturais, o novo código estabelece mudanças nas leis e no cálculo dos royalties minerais.

Há muito anos, temos lutado por um novo marco regulatório do setor mineral. Infelizmente o governo do PT vem adiando isso sucessivamente. Apenas agora, há pouco tempo, enviou uma proposta ao Congresso e voltou a adiar a votação dessa proposta. Infelizmente, mais uma vez, a maioria governista já parece que manda para o ano que vem. Já há um novo período de perdas para os nossos estados. Enquanto os royalties de petróleo beneficiaram estados e municípios produtores de petróleo no ano passado R$ 35 bilhões no ano passado, os royalties minerais distribuíram apenas R$ 1,8 bilhões, sendo que apenas 500 e poucos milhões vieram para o Estado do Pará. Isso é injusto, isso é inaceitável. E essa é uma questão que, para o PSDB, é crucial”, afirmou.


terça-feira, 3 de dezembro de 2013

O senador Aécio Neves critica monólogo de Dilma Rousseff

Aécio disse que "Há uma diferença enorme de visibilidade entre aquela que está no poder e os candidatos de oposição. Quando houver uma diminuição dessa diferença, aí sim a campanha começa pra valer"

Fonte: PSDB Nacional

O senador Aécio Neves critica monólogo de Dilma Rousseff
O senador Aécio Neves critica monólogo de Dilma Rousseff

O presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves (MG), concedeu entrevista à imprensa nesta segunda-feira (2), em São Paulo. Leia abaixo.

Sobre a pesquisa Datafolha.

Deve preocupar muito o governo, porque 66% da população querem mudanças profundas. Esse é o dado consistente nesse momento. Faço uma analogia com o que ocorreu há quatro anos. No final de 2009 existia um sentimento de continuidade. As pesquisas mostravam isso. A economia crescendo, o emprego crescendo de forma muito vigorosa. O presidente curtindo popularidade. Nesse mesmo momento, a atual presidente tinha cerca de 17%, 18% das intenções de voto. Ela só começou a vestir o figurino da continuidade no momento em que teve visibilidade, que ela pode falar com as pessoas. E é o que não aconteceu ainda.

Nos grandes espaços da comunicação de massa há um monólogo da presidente da República, seja institucionalmente, seja através de uma bilionária propaganda de governo. Tenho muito tranquilidade. Acho que o sentimento é de mudança e cabe a nós, do PSDB, mostrar que podemos ser a mudança com segurança no Brasil. Por isso vamos começar a falar agora o que faríamos, quais são as etapas que o Brasil precisa vencer, quais são os desafios mais emergenciais que temos pela frente. Pretendo esse ano ainda colocar em discussão um conjunto de ideias que comece a escrever esse caminho que o PSDB percorreria se chegasse no governo.

Sobre resistência principalmente de Marina Silva a acordos de PSB e PSDB nos estados. Como estão as conversas com Campos?

Não sei se é resistência dela. Nós, do PSDB, temos palanques muito sólidos na maioria nos estados e vamos continuar a ter esses palanques. Da nossa parte, não há restrição alguma a que as alianças estaduais sejam mantidas em função da realidade local. Têm locais em que o PSB é nosso parceiro, têm locais em que não é, e isso não altera nossa relação nacional. O PSDB nisso está muito tranquilo. Estamos consolidando nossos palanques e acho que em praticamente todos os estados brasileiros seremos o principal adversário do PT.