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terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Aécio Neves 2014: “Segurança pública será questão prioritária na agenda do PSDB”

O senador Aécio Neves disse que, se for eleito, pretende reproduzir a experiência do AfroReggae (que trabalha em programas de apoio e integração de jovens e combate a criminalidade) pelo país.

Aécio Neves 2014
Aécio Neves 2014
O senador Aécio Neves se reuniu nesta segunda-feira (10) com integrantes do Grupo Cultural AfroReggae, em visita à sede da organização não governamental (ONG), no Rio de Janeiro. A parceria da entidade com o governo de Minas em programas de apoio e integração de jovens completa 10 anos.


Em 2004, durante a gestão Aécio Neves, o governo de Minas e o AfroReggae deram início ao programa “Juventude e Polícia”, implantado em batalhões da Polícia Militar e voltado para jovens em situação de vulnerabilidade social. Os resultados do programa foram reconhecidos internacionalmente.


O objetivo do programa “Juventude e Polícia” é oferecer serviços de segurança pública ao segmento juvenil, por meio de atividades musicais, dramatúrgicas, desportistas, de artes gráficas e de dança, estabelecendo uma ação transformadora da relação Polícia Militar e Juventude.


Durante a visita, Aécio Neves afirmou que experiências do AfroReggae podem ser incorporadas às ações de segurança pública em todo país, com projetos que criem oportunidades e afastem o cidadão da criminalidade. O senador também garantiu que a segurança pública será tratada de forma prioritária pelo PSDB na agenda que o partido apresentar à sociedade brasileira este ano, durante a campanha eleitoral.


“A questão da segurança pública será absolutamente prioritária na nossa proposta, e por isso conversas como a que estou tendo hoje com o AfroReggae serão importantes. Queremos incorporar algumas experiências, não digo nem que sejam heterodoxas, mas elas fogem àquele receituário tradicional de segurança pública”. disse Aécio Neves.


sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Aécio Neves: "PSDB se prepara para um grande debate"

Eleições 2014 - De acordo com o senador mineiro do PSDB, o ciclo de governo do PT exauriu-se.

Fonte: PSDB Nacional


O presidente do PSDB, senador Aécio Neves, afirmou, nesta quinta-feira (06), que o partido se prepara para um grande debate durante as eleições presidenciais desse ano. A afirmação foi dada após reunião com o presidente do Democratas, senador Agripino Maia, em que foi discutida a aliança entre os partidos nos estados.

Aécio Neves criticou a falta de solidariedade do governo federal junto a estados e municípios em saúde, educação e segurança pública. O senador também lamentou o uso do Estado brasileiro para atender aos interesses do PT, e não da sociedade brasileira.

O que me anima nessa aliança com o Democratas é que o nosso discurso é muito afinado, muito convergente. Somos contra o aparelhamento da máquina pública, contra essa visão ideológica que conduz a política externa brasileira. Somos contra esse centralismo absurdo do governo federal que impede uma ação mais solidária na segurança pública com estados e municípios, na saúde, onde o governo federal a cada ano vem se omitindo em relação aos anos anteriores, e até na qualidade da educação. O PSDB se prepara para um grande debate e para dizer aos brasileiros que esse ciclo de governo do PT exauriu-se”, disse o senador.

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

O senador Aécio critica viagem de Dilma e promete governar com metade dos ministérios

O senador mineiro criticou nesta segunda-feira, 3 de fevereiro, a recente viagem a Portugal da presidente Dilma Rousseff (PT), afirmando o episódio serve como uma amostra da falta de transparência do governo federal. Aécio também criticou a reforma ministerial em andamento.

Fonte: O Globo

O senador Aécio critica viagem de Dilma e promete governar com metade dos ministérios
Senador Aécio Neves

Na primeira entrevista coletiva concedida em 2014, o senador Aécio Neves (PSDB-MG), pré-candidato à Presidência da República, criticou nesta segunda-feira recente viagem a Portugal da presidente Dilma Rousseff (PT), afirmando o episódio serve como uma amostra da falta de transparência do governo federal. Aécio esteve em Cascavel (PR), onde prestigiou, ao lado do governador Beto Richa (PSDB) e do senador Alvaro Dias (PSDB), a abertura do Show Rural Coopavel, evento direcionado à difusão da tecnologia do agronegócio.

"O que faltou ali é o que tem faltado em várias áreas do governo, mas dessa vez a situação foi retratada de forma caricata: é transparência. A ausência (de transparência) causou mais danos do que a verdade causaria. O que é mais grave é que isso não se restringe a esse episódio. O governo tem omitido várias informações, como o acinte do BNDES e a forma com que foram concedidos os recursos para financiamento do porto cubano. Foi a inauguração da primeira grande obra de seu governo. Poderia ser no Brasil, como no Porto de Paranaguá, que precisa de tantos investimentos, mas não foi", disse o senador mineiro.

Aécio disse ainda que, caso eleito, vai reduzir pela metade o número de ministérios; hoje são 38 os ministérios. "É um número acintoso e vergonhoso", disse o senador.

O pré-candidato tucano criticou a reforma ministerial em andamento: "Ninguém reforma para piorar. Infelizmente, a lógica que rege as ações do governo não é do interesse nacional, é do interesse eleitoral. Não temos uma presidente da República full time. Nós temos uma candidata a presidente da república full time, com a agenda quase toda focada a reeleição."

Ele afirmou também que vai redirecionar o papel do Ministério da Agricultura, no sentido que recupere a capacidade de influenciar nas decisões da política econômica: "O Brasil tem sido pouco ousado em seu comércio exterior e na busca por novos mercados. Vamos ter uma safra recorde, mas parte dela será perdida pela falta de capacidade de armazenamento e pela ausência de um seguro agrícola que garanta a tranquilidade e o estímulo ao setor produtivo", afirmou Aécio.

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Aécio Neves 2014: "Dilma faz mais por Cuba do que pelo Brasil"

Aécio criticou o financiamento do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) para o Porto de Mariel, em Cuba. A obra foi inaugurada pela presidente Dilma Rousseff (PT) na segunda-feira (27).

Fonte: Queremos Aécio Neves Presidente

O senador Aécio Neves disse, nesta terça-feira (28), ver com preocupação as crises econômicas na Argentina e Venezuela e criticou o financiamento do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) para o Porto de Mariel, em Cuba. A obra foi inaugurada pela presidente Dilma Rousseff na segunda-feira (27).

"Finalmente a presidente Dilma inaugurou a primeira grande obra de seu governo, pena que em Cuba", disse o senador a aliados. Ele fez o comentário durante o almoço na capital paulista.

O Brasil forneceu um crédito de US$ 802 milhões (R$ 1,92 bilhão) para a construção do porto, que custou US$ 957 milhões. Após o lançamento da primeira parte do empreendimento, Dilma anunciou, ao lado do ditador cubano Raul Castro, um investimento adicional de US$ 290 milhões (R$ 701 milhões) na zona econômica especial do porto de Mariel, dos quais 85% virão de crédito do BNDES e os restantes 15% serão a contrapartida do governo cubano.

O que deixa os brasileiros indignados é saber que a presidente Dilma está empregando o dinheiro público para erguer um moderno porto em Cuba, enquanto no Brasil falta dinheiro para realizar obras de infraestrutura, em especial as de mobilidade urbana nas nossas metrópoles.

O dinheiro do BNDES, que é dinheiro de todos os brasileiros, deve ser aplicado dentro do país, com o intuito de melhorar nossa infraestrutura e as condições de vida nas metrópoles.

Infelizmente, sob o governo petista, o BNDES se transformou numa caixa-preta: ninguém sabe quais são os critérios e as condições para financiamentos, nem tampouco os objetivos estratégico dessas operações.

Vale ressaltar que toda operação que envolve recursos públicos precisa ser transparente, e não embalada numa caixa-preta para beneficiar ditaduras camaradas e empresas amigas, como faz o governo da presidente Dilma Rousseff.

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

"A oposição deve governar o Brasil" - Aécio Neves

Eleições 2014 - Citando dados de inflação e uma "maquiagem" do governo nas contas públicas, Aécio disse que a oposição deve voltar a governar o país.


Aécio Neves diz que oposição deve governar o Brasil
Aécio Neves e Geraldo Alckmin participam do aniversario do Paulinho da Força

O senador Aécio Neves (PSDB-MG), pré-candidato à Presidência, criticou neste sábado a condução da economia do governo Dilma Rousseff, responsável por gerar um clima de desconfiança no país na avaliação do tucano.

Citando dados de inflação e uma "maquiagem" do governo nas contas públicas, Aécio disse que a oposição deve voltar a governar o país.

"Infelizmente o que estamos assistindo hoje no Brasil é uma desconfiança generalizada. Por isso, acredito que é hora da oposição voltar a governar o Brasil".

Aécio Neves esteve em São Paulo para a festa de aniversário do deputado Paulinho da Força (SP). No evento, Paulinho fez críticas à presidente Dilma Rousseff e declarou apoio à candidatura do tucano.

"O meu candidato à Presidência é o Aécio Neves. Nosso partido vai decidir oficialmente o apoio à sua campanha", disse. Paulinho comanda o recém-criado partido Solidariedade.

Ele citou projetos que pregam mudanças no pagamento do seguro-desemprego, a resistência ao fim do fator previdenciário e a uma reforma no cálculo das aposentadorias como exemplos de malefícios promovidos pelo governo Dilma.

Aécio, por sua vez, se comprometeu a estabelecer já no programa de governo compromissos com a pauta dos sindicatos. Ele, que era presidente da Câmara doa Deputados quando o fator previdenciário foi aprovado no governo de Fernando Henrique Cardoso, disse agora que o assunto precisa ser debatido "politicamente".

"A minha posição pessoal não importa. Vamos fazer um debate político sobre o assunto".

Dilma em Davos

Aécio aproveitou o encontro para criticar o discurso da presidente Dilma Rousseff em Davos. Segundo ele, a declaração de Dilma mostra um país que não tem conexão com o Brasil real.

"A presidente fala que o Brasil sempre busca alcançar o centro da meta inflacionária. Ela vai terminar o mandato lutando e contendo preços como de combustíveis, como de transportes, como de tarifas de energia, para não ultrapassar o teto da meta".

O tucano usou dados sobre a evolução dos preços da cesta básica para afirmar que a "propaganda oficial não consegue mascarar a realidade". Criticou ainda a "maquiagem" para alcançar o superavit primário e um saldo mínimo na balança comercial.

"Hoje, infelizmente o Brasil está no final da fila daqueles que querem investir e a situação interna se agrava a cada dia".

O governador Geraldo Alckmin também participou do evento e saudou Aécio como um político "inspirado em JK". 

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Senador Aécio quer fazer uma reforma política se for eleito presidente

Eleições 2014 - O assunto foi um dos pontos mais discutidos durante os movimentos populares do ano de 2013.

Aécio Neves quer fazer uma reforma política se for eleito presidente
Aécio Neves quer fazer uma reforma política se for eleito presidente

O presidenciável pelo PSDBAécio Neves, revelou, durante entrevista a uma rádio nacional nesta quarta-feira (22), que vai encaminhar proposta ao Congresso Federal de reforma política caso seja eleito.
Atual senador pelo Estado de Minas Gerais, o parlamentar e pré-candidato garante que tomará essa decisão já nos primeiros dias após assumir o Palácio do Planalto. O assunto foi um dos pontos mais discutidos durante os movimentos populares do ano de 2013. 

Outros assuntos que Aécio vem ressaltando com frequência estão relacionados a omissão do governo com a segurança pública do país e o baixo desempenho econômico obtido pelo governo no ano passado.

Na proposta, estão pontos como o fim da reeleição, mandatos de cinco anos, fim do voto de legenda e voto distrital.

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Aécio Neves defende reformulação no Itamaraty

O senador Aécio Neves, presidenciável em 2014, foi o primeiro a apresentar suas ideias sobre áreas que considera prioritárias para discussão durante a campanha, como reintegrar o Brasil no mundo e aumentar sua projeção externa.

Fonte: O Globo

Aécio Neves defende reformulação no Itamaraty
Aécio Neves defende reformulação no Itamaraty

Um dos temas que mais suscitaram controvérsia dos últimos 12 anos foi o da formulação e execução da política externa e a condução do Itamaraty, que era considerado uma das instituições de excelência na vida pública brasileira. Aécio Neves, candidato provável da oposição em outubro, foi o primeiro a apresentar suas ideias sobre áreas que considera prioritárias para discussão durante a campanha. Como reintegrar o Brasil no mundo e aumentar sua projeção externa são os desafios.

Segundo Aécio, “O viés ideológico imposto à nossa política externa nos últimos anos está isolando o Brasil do mundo. É necessário abandonar a política externa de alinhamento ideológico adotada nos últimos anos e resgatar a tradição de competência e a atuação independente da diplomacia brasileira. O Itamaraty deve servir ao Brasil e defender o interesse nacional, acima de todo e qualquer interesse partidário. A partidarização da política externa tem consequências severas na política de comércio exterior. Especificamente em relação ao Mercosul, o bloco precisa voltar a ser o que era quando da sua concepção: uma área voltada à liberalização do comércio e à abertura de mercados. A negociação de um acordo abrangente e equilibrado entre Mercosul e União Europeia deve ser concluída, mesmo que, para tanto, o Brasil avance mais rapidamente que outros membros do bloco, para deles não ficar refém”.

A cartilha, em três parágrafos, lança o debate envolvendo questões que interessam aos empresários, aos trabalhadores e à sociedade em geral. O principal objetivo é a recuperação do prestígio do Itamaraty e de sua centralidade no processo decisório interno. O trabalho da chancelaria deveria ter como meta apenas o interesse nacional, acima de plataformas de partidos políticos. 

Entre outros temas, caberia discutir como aperfeiçoar sua gestão para evitar situações equívocas e para responder aos desafios atuais; como voltar a projetar o Brasil no mundo por meio de políticas sem preconceitos ideológicos; como ampliar o relacionamento com nossos vizinhos sul-americanos e a integração regional, hoje os maiores problemas da política externa; como voltar a dar prioridade às relações com os países desenvolvidos, de onde poderá vir a cooperação para a inovação e tecnologia; como reexaminar a estratégia de negociação comercial externa, paralisada pelo isolamento do Brasil, que em 12 anos negociou apenas três acordos de livre comércio; como aprofundar os acordos de comércio com Peru, Colômbia e México; como iniciar conversações tendentes a associar o Brasil aos acordos regionais e bilaterais com países desenvolvidos para integrar as empresas nacionais nas cadeias produtivas globais; como completar a negociação com a União Europeia, que se arrasta há mais de 12 anos; como aperfeiçoar o processo decisório interno para fortalecer a Camex e dar mais relevância e apoio ao setor externo, que só conseguiu apresentar superávit em 2013 em virtude de manobras petroleiras contábeis.

Esses são alguns dos temas que o futuro governo deverá enfrentar e que em boa hora começamos a debater.


sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

Aécio busca apoio em alianças regionais

Provável candidato do PSDB ao Planalto, senador apresenta proposta para que acordos locais sejam submetidos ao comando nacional do partido; já governadores terão autonomia.

Fonte: Estadão

Aécio busca apoio em alianças regionais
Aécio busca apoio em alianças regionais


O senador mineiro Aécio Neves, provável candidato do PSDB ao Palácio do Planalto, decidiu promover uma intervenção no partido. Aécio, que também é presidente nacional da legenda, disse ontem que apresentará na próxima reunião da direção tucana, na primeira semana de fevereiro, uma resolução determinando que todos os acordos estaduais para as eleições deste ano sejam referendadas pelo comando partidário.

O plano de centralizar as decisões dos acordos estaduais tem o objetivo de obrigar que as campanhas locais do PSDB se engajem no projeto nacional de Aécio, garantindo seu palanque. A lógica local, afirmam os aliados do senador mineiro, não poderá se sobrepor à disputa pelo Planalto.

"Todas as alianças estaduais terão que passar pela aprovação da Executiva Nacional do partido. O PSDB é um partido que tem um projeto de País", disse o senador ontem, em Belo Horizonte, depois de um encontro com o governador de Minas Gerais, Antonio Anastasia (PSDB).

Segundo o tucano, haverá delegação para que a condução dos acordos seja feita pelos diretórios estaduais, mas os dirigentes não terão poder para fazer a homologação. "Estamos já com um grupo de lideranças do partido responsável pela construção de nossas alianças estaduais. Porque elas se encaminham nesses próximos três meses." A decisão, disse, já foi comunicada "às diversas instâncias do partido".

Não ficou claro, porém, quais instâncias foram consultadas. Três membros da executiva nacional do partido ouvidos ontem pelo Estado negaram que tenham sido consultados sobre a medida, mas se disseram favoráveis à ela. "Em princípio acho a ideia correta. Temos que levar em conta o interesse nacional do partido", disse o ex-governador de São Paulo, Alberto Goldman, vice-presidente do PSDB.

Sem resistência

A resolução, inédita no partido segundo Goldman, deve ser aprovada sem resistências na reunião da direção em fevereiro. Ela é vista por setores do partido como uma demonstração da força de Aécio.

Em campanhas presidenciais passadas, os acordos regionais eram acompanhados pelo comando nacional tucano de maneira informal e, em caso de impasse, costumava prevalecer a decisão local, dos Estados.

Segundo um aliado do senador mineiro, a proposta foi elaborada tendo em vista locais onde o PSDB não terá candidato a governador. Nos oito Estados comandados por tucanos atualmente, os governadores terão autonomia para definir suas alianças, afirma esse aliado.

Dessa forma, Aécio Neves tenta evitar ruídos em cenários delicados como São Paulo, onde o governador Geraldo Alckmin (PSDB) tenta costurar uma chapa com o PSB, deixando em aberto inclusive a possibilidade de acolher um vice da legenda.

Apesar de manter boas relações com o governador de Pernambuco, Eduardo Campos, provável candidato do PSB ao Planalto, Aécio disputa com ele o posto de principal adversário da presidente Dilma Rousseff na sucessão presidencial de outubro e teme que, em alguns casos, a lógica local possa beneficiá-lo.

Na entrevista de ontem, Aécio ressaltou, porém, que os diretórios estaduais "não serão atropelados" pelo nacional. 

sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Aécio é a salvação para os ambientalistas

Na bronca com Dilma, ambientalistas procuram Aécio Neves e Eduardo Campos. Grupo de defesa ao meio ambiente prepara uma plataforma de compromissos que querem ver assumidos pelos candidatos na campanha.

Fonte: Brasil 247
Aécio Neves é a salvação para os ambientalistas
Aécio Neves é a salvação para os ambientalistas

Sem um candidato para chamar de seu, como ocorreu em 2010, quando a ex-ministra Marina Silva foi candidata, os ambientalistas agora tentam criar ligação com os dois principais candidatos de oposição, o senador Aécio Neves (PSDB) e o governador Eduardo Campos (PSB). Insatisfeitos com a presidente Dilma Rousseff, ela até será procurada pelo setor, mas a sua candidatura à reeleição será combatida.

"Dilma não tem pontes com o movimento ambiental. O setor está mais próximo do Eduardo Campos, mas Aécio Neves ainda tem tempo de manobra para recuperar terreno", afirma Mário Mantovani, diretor executivo da ONG SOS Mata Atlântica, em entrevista ao jornal Estado de S. Paulo. Mantovani e o ex-secretário de Meio Ambiente de São Paulo Fábio Feldmann estão coordenando a elaboração de uma plataforma de compromissos que querem ver assumidos pelos candidatos na campanha. 

Entre elas devem constar uma tributação maior para empresas que provocarem impacto ambiental; uma legislação nos moldes da Lei Rouanet, que ofereça desconto no Imposto de Renda para empresas que doarem recursos para ONGs ambientalistas; investimentos para reforçar o Ibama e a Funai; e uma indicação clara sobre qual será a posição do Brasil na COP 21, a Conferência Anual do Clima. Programado para 2015 em Paris, o evento é considerado o mais importante desde a Conferência de Kioto.

Convidado para concorrer à Presidência em 2014 pelo PV e tentar ocupar o espaço de Marina na campanha, o jornalista Fernando Gabeira não parece disposto a entrar na disputa, mas continua sendo uma voz ativa entre os ambientalistas. Ele concorda que "majoritariamente" os votos do setor vão para a oposição, mas relativiza seu poder de unidade política. "Os ambientalistas se dividem de várias maneiras. Uns estão mais à esquerda, outros mais à direita. Tem ambientalista em todos os partidos e espectros", afirma.

sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

O senador Aécio Neves recebeu uma homenagem de final de ano

Para desejar boas vindas ao ano de mudanças que está chegando, o portal Amigos do Aécio preparou um vídeo-homenagem para o senador Aécio Neves.


Aécio Neves recebe homenagem de final de ano
Aécio Neves: presidente do PSDB

Para desejar boas vindas ao ano de mudanças que está chegando, o portal "Amigos do Aécio" preparou um vídeo em homenagem ao senador. Nele, convidaram as pessoas que gostam do trabalho de Aécio Neves para se juntar em 2014 e mudar o Brasil. Além disso, aproveitaram o ensejo para desejar feliz ano novo ao líder tucano e a todos os seus amigos.

Veja que bela homenagem:



quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Aloysio Nunes aprova cartilha do PSDB proposta por Aécio Neves

Aloysio Nunes "ideias que correspondem aos valores da social democracia".

Fonte: PSDB Nacional

Aloysio Nunes aprova cartilha do PSDB proposta por Aécio Neves
Aloysio Nunes aprova cartilha do PSDB proposta por Aécio Neves


Para o líder do PSDB no Senado, Aloysio Nunes (SP), o documento “Para mudar de verdade o Brasil – Confiança, cidadania e prosperidade”, texto com as bases da nova agenda que o partido pretende propor ao Brasil, contém ideias que correspondem às práticas do PSDB em 25 anos de vida pública.

Não são ideias lançadas a partir, simplesmente, de uma visão marqueteira da política, mas correspondem à nossa vivência dos valores da social democracia, à nossa experiência por ter governado o Brasil durante oito anos com Fernando Henrique, por ter dirigido e por dirigir atualmente estados importantíssimos do nosso país, e um sem número de prefeituras”, avaliou.

“São ideias que correspondem à nossa prática, nossa pregação no Congresso, nas câmaras municipais, nas assembleias legislativas”.

Iniciativa proposta pelo presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves (MG), e lançada nesta terça-feira (17), em Brasília (DF), o texto reúne 12 temas discutidos durante os encontros regionais que a legenda promoveu ao longo do ano.

São ideias, a partir de três pilares fundamentais – cidadania, confiança e prosperidade –, que se desdobram em uma série de itens e são lançadas para o debate. Não será um programa apenas do PSDB, e nem tampouco do PSDB e das forças que nos apoiarão para a presidência da República”, disse Aloysio.

Nós queremos que seja um programa que mobilize a grande maioria dos brasileiros que querem mudar, e que querem mudar o Brasil para melhor. Nós acreditamos que os valores da social democracia fornecem um balizamento seguro para essa mudança”, completou.

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Aécio fala em novo ciclo de política ambiental no Brasil

Provável candidato tucano à Presidência, o senador participou de um jantar na zona oeste da capital paulista com cerca de 40 ambientalistas.

Fonte: PSDB Nacional

Aécio fala em novo ciclo de política ambiental no Brasil
Aécio Neves: presidente do PSDB

Reunidos na casa de Fabio Feldmann, ex-secretário de Meio Ambiente de São Paulo, cerca de 50 representantes de ONGs e empresas brasileiras conversaram com o senador Aécio Neves, o ex-ministro do Meio Ambiente de FHC, José Carlos Carvalho, o ex-governador de São Paulo, Alberto Goldman, e o deputado estadual Daniel Coelho (PE).

Durante o encontro, os representantes do partido ouviram propostas e trocaram ideias sobre os principais problemas e soluções ambientais no Brasil. Representantes de entidade como WWF, Greenpeace, SOS Mata Atlântica, entre outras, além de executivos de empresas que demonstram compromisso com o meio ambiente, opinaram sobre a necessidade urgente de ampliação das políticas públicas do setor.

Aécio Neves defende um novo ciclo para a política ambiental no Brasil. “Não adianta só punir. Tem que fiscalizar, sim, mas também incentivar”, acredita o senador. Ele realçou a transversalidade do tema, já que sustentabilidade e meio ambiente devem nortear o planejamento de todas as ações de governo.


terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Eleições 2014 - DILMA, EDUARDO CAMPOS E AÉCIO NEVES NO FACEBOOK

Facebook será muito bem explorado nas eleições de 2014 e candidatos com muitos fãs terão mais oportunidade de falar sobre seus projetos

Umas das formas de conhecer melhor os candidatos à presidência é analisar o que eles tem dito e feito nas mídias sociais. Apesar da campanha presidencial não ter se iniciado formalmente, os candidatos já estão se posicionando, inclusive no Facebook. Os números, mesmo ainda baixos, já trazem bons resultados, mostrando como o cenário está se delineando.

DILMA, EDUARDO CAMPOS E AÉCIO NEVES NO FACEBOOK: CORRIDA PRESIDENCIAL JÁ COMEÇOU!
CORRIDA PRESIDENCIAL JÁ COMEÇOU!


A página da atual da presidente Dilma Rousseff, que não é considerada oficial, mas que é administrada pelo PT, possui 127.000 fãs, sendo que 72.000 estão falando sobre isso. O outro candidato, Eduardo Campos, tem em sua página 155.000 fãs e 54.000 falando sobre isso.

Aécio Neves já possui duas páginas oficiais no Facebook, que juntas já somam 433.000 fãs e 54.000 usuários falando sobre isso. Uma das páginas é vinculada ao seu nome e a outra é chamada de “Conversa com brasileiros”.

Ao que tudo indica, o Facebook será muito bem explorado nessas eleições e candidatos com muitos fãs terão mais oportunidade de falar sobre seus projetos e planos para o país. E se a corrida começou, Aécio já se destaca pela estratégia virtual, estando com mais que o dobro de fãs da atual presidente.

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

Senador Aécio Neves: O Brasil merece um governo mais justo e eficiente

No Encontro Regional da Amazônia Oriental, o presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves (MG), ressaltou, nesta quinta-feira (05/12), que os tucanos tratam e respeitam o Brasil de forma justa e sem discriminação.

Fonte: PSDB Nacional

Senador Aécio Neves: O Brasil merece um governo mais justo e eficiente
Senador Aécio Neves: O Brasil merece um governo mais justo e eficiente

O senador Aécio Neves deu uma resposta aos apelos feitos por lideranças de que a região tem isso desprezada pelo governo federal. Para um público de cerca de três mil pessoas, Aécio destacou que as mudanças, que o Brasil deseja, devem começar com a inauguração de um novo ciclo.

O Brasil merece um governo mais justo e eficiente”, afirmou Aécio. “Política é para quem tem coragem, espírito público e dignidade. Venho de uma história de homens públicos. Nós temos a responsabilidade de apresentarmos uma alternativa a um modelo que fracassou”, afirmou em discurso.

O presidente do PSDB destacou que há exemplos dentro do próprio partido que servem como referência para uma nova etapa política para o país. “Os brasileiros precisam readquirir a confiança nos seus governantes. Se vocês estão descrentes na política, deem um Google e olhem o que está acontecendo no Pará”, disse ele.

Aécio lembrou que os tucanos dispõem de aliados especiais. “Temos aliados extraordinários. O Brasil quer de nós a postura que sempre tivemos de respeito ao dinheiro público. O nosso desafio é fazer renascer, do fundo da alma, a esperança”, ressaltou.

Políticas públicas

O senador afirmou que as políticas públicas a serem propostas ao país pelo PSDB serão preparadas com o apoio e a ajuda da população. “As políticas não devem ser formuladas em gabinetes fechados em Brasília. Quem vai desenvolver essa região são vocês”, disse.

Respondendo aos apelos dos paraenses que se queixaram de discriminação por parte do poder central, Aécio disse que falta generosidade ao governo federal para com os estados e municípios brasileiros.

O Brasil vai ser tratado de forma justa”, afirmou. “Queremos fazer uma convocação definitiva da luta com decência e dignidade”, disse.

Novo código mineral

Ao lado do governador do Pará, Simão Jatene, de deputados, vereadores e lideranças como prefeito de Belém, Zenaldo Coutinho, e os senadores Flexa Ribeiro e Mário Couto, o presidente do PSDB criticou a decisão do governo federal de adiar para o ano que vem a votação do novo código mineral. Reivindicação histórica de estados e municípios que sofrem exploração de recursos naturais, o novo código estabelece mudanças nas leis e no cálculo dos royalties minerais.

Há muito anos, temos lutado por um novo marco regulatório do setor mineral. Infelizmente o governo do PT vem adiando isso sucessivamente. Apenas agora, há pouco tempo, enviou uma proposta ao Congresso e voltou a adiar a votação dessa proposta. Infelizmente, mais uma vez, a maioria governista já parece que manda para o ano que vem. Já há um novo período de perdas para os nossos estados. Enquanto os royalties de petróleo beneficiaram estados e municípios produtores de petróleo no ano passado R$ 35 bilhões no ano passado, os royalties minerais distribuíram apenas R$ 1,8 bilhões, sendo que apenas 500 e poucos milhões vieram para o Estado do Pará. Isso é injusto, isso é inaceitável. E essa é uma questão que, para o PSDB, é crucial”, afirmou.


quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

2014 Aécio Neves: Segurança Pública será destaque em sua pré-campanha

Aécio Neves - O objetivo é reforçar a visão de que o tema é atribuição também do governo federal, apontando falhas no controle das fronteiras.

Fonte: Folha de S.Paulo

2014 Aécio Neves: Segurança Pública será destaque em sua pré-campanha
Aécio Neves: presidente do PSDB

O senador Aécio Neves (PSDB) dará destaque à segurança pública na lista de propostas de sua pré-campanha, que será apresentada nas próximas semanas. O objetivo é reforçar a visão de que o tema é atribuição também do governo federal, apontando falhas no controle das fronteiras.


Aécio vai lançar no dia 10 de dezembro, em Brasília, as diretrizes do que será o plano de governo do candidato tucano no ano que vem. Em princípio intitulado de Decálogo do PSDB, o documento reuniu pontos abordados nas viagens do senador -que percorreu 20 Estados em seis meses- e no site “Conversa com Brasileiros”.


Entre os pontos do documento, estão a autonomia e o fortalecimento dos Estados e municípios, controle da inflação e equilíbrio nas contas públicas e criação de mecanismos para que a sociedade usufrua de programas sociais come metas de saídas para geração de renda.

quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Aécio Neves - Homenagem Constituinte Câmara dos Deputados

Henrique Eduardo Alves, presidente da Câmara, e Aécio Neves
Henrique Eduardo Alves, presidente da Câmara, e Aécio Neves

Vinte e cinco anos após a promulgação da constituição brasileira, em 1988, parlamentares e colaboradores que atuaram em sua elaboração foram homenageados pela Câmara dos Deputados. Entre os homenageados está o senador Aécio Neves, um dos mais jovens constituintes e responsável pela emenda que instituiu o direito ao voto para jovens de 16 a 18 anos.

Veja o vídeo:
 

terça-feira, 26 de novembro de 2013

Minas aprova proposta de Aécio para que Estados e Municípios tenham mais recursos

Pacto Federativo, bandeira histórica do presidente nacional do PSDB, Aécio Neves, é defendido em Minas.


Minas aprova proposta de Aécio para que Estados e Municípios tenham mais recursos
Pacto Federativo, bandeira histórica de Aécio Neves, é defendido em Minas

O governador Antonio Anastasia liberou ontem, em um evento no Palácio Tiradentes, R$ 20 milhões para 40 associações microrregionais de municípios para a compra de máquinas e equipamentos. Pela parceria, o valor de R$ 500 mil será entregue a cada entidade, que deverá colocar o maquinário à disposição das cidades.

No evento, Anastasia e o presidente da Associação Mineira de Municípios, Antônio Andrada (PSDB), criticaram o governo federal e defenderam a revisão da distribuição de impostos federais e dos convênios da União que, segundo eles, comprometem o orçamento das cidades. Um novo pacto federativo, bandeira histórica do senador Aécio Neves, foi um clamor de todos os prefeitos presentes na solenidade.

Anastasia chamou de “perversa”, a concentração de recursos pelo governo federal, “penalizando” os municípios. “Quanto mais descentralizada a ação, mais barata e eficiente”, afirmou.

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Entrevista do senador Aécio Neves no Encontro Regional do PSDB do Centro-Oeste

Aécio falou sobre sua possível candidatura para as eleições de 2014, a importância do agronegócio no país e a prisão dos dirigentes do PT.

Fonte: PSDB



Entrevista do presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves 
Local: Goiânia – Encontro Regional do PSDB do Centro-Oeste

Sobre o Encontro Regional do PSDB no Centro-Oeste

Em primeiro lugar, quero dizer da minha alegria em estar mais uma vez em Goiás, mais uma vez em Goiânia, ao lado do meu companheiro, amigo Marconi Perillo, extraordinário governador que é. Ao lado de algumas das principais lideranças do PSDB do país, que aqui hoje nos acompanham.

E o que estamos fazendo é aquilo que nos propusemos a fazer lá atrás, conversando com os brasileiros. Conversando para quê? Para construir uma proposta alternativa a essa que está aí. Tenho dito sempre, e falo isso como presidente nacional do PSDB, que ao PSDB não é uma opção, uma possibilidade ter um projeto alternativo a esse. É uma obrigação, é a nossa responsabilidade. Apresentar ao Brasil um projeto mais generoso com os municípios e com os estados brasileiros. Um projeto mais ético, um projeto mais eficiente do ponto de vista da gestão pública e, sobretudo, um projeto onde a gestão da economia seja feita com eficiência, com tolerância zero com a inflação, com transparência nos dados fiscais. O Brasil precisa iniciar um novo ciclo, onde eficiência e ética possam caminhar juntas.

E venho a Goiás, um estado irmão do meu, Minas Gerais. Costumo dizer que não existe fronteira a separar Goiás e Minas Gerais. Seja na questão cultural, na questão econômica e, até mesmo, no sentimento de nacionalidade. Minas e Goiás estão no coração do Brasil. Têm uma expectativa do ponto de vista do seu desenvolvimento muito parecida, mas têm um sonho. O sonho de ver esse Brasil realmente um Brasil de todos os brasileiros. Não apenas na propaganda oficial, mas nas ações cotidianas do governo.

O senhor já fala como pré-candidato do partido ou vai ter prévias? 

Você sabe que venho de Minas Gerais. Em Minas, assim como em Goiás também, a gente nunca coloca o carro na frente dos bois. Estou aqui como presidente nacional do partido, mas com responsabilidade, sim, de dizer o que pensamos.

Absolutamente injusto e inaceitável que o governo do PT, que há dez anos, quando assumiu o governo, via o governo federal participar com 56% de tudo que se gastava com saúde pública, hoje participar apenas com 45%. Acho inaceitável que na questão da criminalidade, que é hoje uma chega a corroer todas as regiões do Brasil, o governo federal, que é responsável pelo controle das nossas fronteiras, pelo tráfico de armas e drogas, participar apenas com 13% do conjunto de investimentos. 87% de tudo que se gasta em segurança pública vêm dos cofres estaduais e municipais.

Precisamos de um governo generoso, que cuide das pessoas, que se preocupe menos com a propaganda partidária, menos com as eleições, e mais em governar. Infelizmente, não temos hoje, me permitam dizer, uma presidente da República full time, temos uma candidata a presidente da República, trabalhando única e exclusivamente pela sua eleição, enquanto o Brasil perde credibilidade, os indicadores econômicos são terríveis, temos um crescimento extremamente baixo, vamos crescer apenas mais que a Venezuela esse ano, e inflação alta.

O Brasil perde credibilidade junto ao conjunto de nações que buscam investimentos. Do ponto de vista da gestão, a grande mãe do PAC deixou de existir. Aliás, filho feio não tem pai nem mãe. Ninguém ouve mais falar na mãe do PAC. Por quê? Porque o Brasil é um cemitério de obras inacabadas. Aqui na região, vocês sabem disso. Sabem como anda a Norte-Sul, prometida com seus trechos todos prontos. As hidrovias.

Você anda pelo Brasil, vai encontrar a transposição do rio São Francisco, que ia ser inaugurada em 2010, ia gastar R$ 3,5 bilhões, já gastou mais de R$ 4 bilhões e não sabe quando vai ficar pronta. O Brasil tem uma refinaria sendo construída hoje, em Pernambuco, a Abreu e Lima, orçada em R$ 4 bilhões. Já gastaram R$ 17 bilhões, não fica pronta por menos de R$ 30 bilhões. Posso ficar dias falando para vocês. A Transnordestina, a mesma coisa. O dobro do orçado já foi gasto, não se sabe quando vai ficar pronta. Isso não é normal.

O governo do PT quer fazer parecer que isso é do dia a dia da administração pública. Não é. O Brasil precisa iniciar rapidamente um novo ciclo, com as pessoas ocupando cargos públicos pela qualificação, não pela filiação partidária. Portanto, esta é a responsabilidade do PSDB. E estou absolutamente convencido de que vamos para o segundo turno, e quem for para o segundo turno vai vencer as eleições.

O presidente do PSDB-GO, Paulo de Jesus, disse que houve consenso já das 27 federações. E que seu nome foi escolhido. Está certo?

Tenho recebido manifestações de muito entusiasmo por onde ando. O próprio governador Marconi talvez tenha sido a primeira das mais expressivas lideranças do PSDB a, de forma muito clara, sinalizar nessa direção. Mas temos ainda conversas a fazer dentro do partido e o essencial é que o PSDB apresente ao Brasil as suas ideias, pelo menos as suas ideias-força, não um programa ainda acabado, isso será construído ao longo do processo eleitoral, para que no momento em que surgir, for oficializada a candidatura, as pessoas olhem para esse candidato e percebam que ali vai haver alguém ético, alguém que compreenda, como disse, a necessidade de fortalecermos municípios e estados.

Alguém que vai cuidar da segurança pública para fazer, com planejamento – aliás, essa palavra inexiste no governo do PT. Enfim, o que precisamos agora é detalhar essas que são as nossas primeiras grandes prioridades do PSDB. Anuncio aqui hoje em Goiânia que no próximo dia 10 de dezembro – anunciando pela primeira vez essa como a data oficial – ao lado do governador Marconi Perillo, que espero possa estar conosco, das principais lideranças nossas de Goiás e do Centro-Oeste, o PSDB vai lançar o seu decálogo.

O PSDB vai lançar a nova agenda, a agenda que precisamos enfrentar com urgência para que as conquistas que tivemos nos últimos anos, desde o governo do presidente Fernando Henrique, não se percam, porque muitas delas estão em risco. A grande verdade é que a agenda que superamos lá atrás, a agenda da inflação alta, da retomada da credibilidade do país, da modernização da economia voltou a ser a agenda de hoje. Infelizmente, o longo aprendizado do PT no governo tem custado muito caro ao Brasil.

Temos hoje no país um governo que demonizou, por exemplo, as concessões, as privatizações durante 10 anos, agora as faz de forma atabalhoada, improvisada. Na verdade o que a gente tem hoje, falando algo que as pessoas vão entender sobretudos os mais jovens vão entender, tem um software pirata em execução no Brasil.

Queremos recuperar o software original. Queremos eficiência na gestão pública, parceria com o setor privado e, sobretudo, um governo mais generoso com as pessoas, que cuide da saúde, que cuide da segurança, que melhore a educação. E ninguém tem melhores condições de fazer isso que o PSDB com suas experiências. Inclusive a experiência de Goiás que é pioneiro em inúmeras ações que hoje existem no governo federal e existem em outros governos estaduais.

Sobre importância do agronegócio no país 

Estive recentemente no Mato Grosso, estive recentemente em Sorriso (MT) e você sai encantado ao ver a força do produtor rural. Temos de dar é muito apoio e um agradecimento público a quem trabalha no campo. A quem tem ajudado o Brasil a superar indicadores terríveis. Se não fosse o agronegócio, a agropecuária, estaríamos talvez com um crescimento negativo.

Portanto, temos de tratar o produtor rural com decência e com muito respeito. E é isso o que o PSDB sempre fez e vai continuar fazendo. O Brasil, sobretudo esta região, o Centro-Oeste, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, da porteira para dentro somos os mais produtivos do mundo. Inovamos, temos hoje uma preocupação já cultural do produtor rural, em relação à necessidade da preservação ambiental, mas o problema é da porteira para fora. Da porteira para fora falta tudo.

Não tem estrada, não tem ferrovia, não tem portos. Por quê? Porque o governo federal não planejou. O governo federal improvisou. Por isso, tenho sentimento, por onde tenho andado, nos últimos meses andei por praticamente todo o Brasil, falando e ouvindo, portanto, conversando, na verdade eu venho hoje conversar com os companheiros do Centro-Oeste, porque eu percebo que este ciclo de governo do PT está no fim, em benefício do Brasil.

Sobre a prisão de dirigentes do PT 

Havia uma expectativa da sociedade brasileira para o desfecho deste processo. Esta é a grande realidade. Nunca apontei este deveria ser condenado, aquele não. O que eu sempre disse, como presidente do PSDB, repito aqui, aqueles que, na visão do Supremo Tribunal Federal, eram culpados, sobre quem as provas eram contundentes, deveriam ser punidos. E aqueles que sobre quem as provas não eram claras, deveriam ser absolvidos. Mas precisava haver um desfecho. E este desfecho ocorreu. Isso reduz um pouco o sentimento dos brasileiros. A sensação de impunidade à qual quase que nos acostumávamos, mesmo que indignados a conviver ultimamente. Portanto, foi o desfecho. É preciso que se respeite a decisão do Supremo. Não há nada de política nessa decisão. Falamos da Suprema Corte brasileira composta em três quartos nos governos do PT e esta decisão ser respeitada. E, ao mesmo tempo, eu disse ontem e quero repetir aqui, respeito a decisão do ministro Joaquim Barbosa que achou correto, a partir de uma avaliação dos médicos, sobre a necessidade do deputado José Genuíno cumprir a prisão domiciliar ou hospitalar. Se houver a confirmação desta necessidade, essa facilidade, essa benevolência deve ser dada até porque ela respeita aquilo que a lei prevê hoje no Brasil. Mas objetivamente, o Supremo fez a sua parte e acho que esta era a expectativa da população.